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RAFTING NOTURNO |
SAIBA MAIS: SANTO AMARO DA IMPERATRIZ - HISTÓRIA DO RAFTING - PEST: PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO Todos os roteiros incluem: equipamentos de segurança, embarcações, condutores especializados, transporte local in/out, seguro aventura e roupa térmica. |
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A colonização de Santo Amaro da Imperatriz está ligada à descoberta da fonte de águas termais, por caçadores, em 1813. O Governo Imperial destacou então um contingente policial para guarda do local, já que a região era habitada por índios hostis. Em 18 de março de 1818, o rei Dom João VI determinou a construção de um hospital – foi a primeira lei de criação de uma estância termal no Brasil. Em outubro de 1845, Santo Amaro da Imperatriz recebeu a visita do casal imperial Dom Pedro II e Dona Teresa Cristina, que mandou construir um prédio com quartos e banheiras para os visitantes em busca de alívio para suas dores. Em homenagem à Imperatriz, a localidade, nos arredores da cidade – que se chamava Caldas do Cubatão -, foi rebatizada como Caldas da Imperatriz. PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (PEST) possui uma área total de aproximadamente 90.000 ha e, sozinho, responde por pouco menos de 1% do total da Mata Atlântica remanescente no país e aproximadamente 1% do território de Santa Catarina. Ao longo de sua área de abrangência inclui, sobretudo, porções terrestres, onde se sobrepõe com os limites de nove municípios. A primeira viagem registrada de barco em corredeiras foi em 1869, quando John Wesley Powel organizou a primeira expedição no rio Colorado, EUA, em barcos de remo central. No começo, os aventureiros não possuíam nenhuma técnica para manobrar seus rígidos e pesados barcos nas corredeiras, tiveram problemas de capotamentos e choques com pedras. Em 1842 teve início a história moderna do Rafting, quando Lieutenant John Fremont, do exército americano fez suas primeiras expedições utilizando um barco desenhado por Horace H. Day. O barco era construído com 4 compartimentos separados com tecido e borracha da Índia e o fundo liso e suspenso e retangular, que o diferenciava dos outros barcos. O nome deste bote era Air Army Boats. Em 1896, Nataniel Galloway revolucionou as técnicas de Rafting com uma modificação muito simples, ele colocou o assento do bote virado para frente possibilitando encarar de frente as corredeiras, facilitando as manobras. Nos anos 50 tivemos muita melhora nos equipamentos descoberta de novos roteiros o que atraiu o interesse dos amantes dos rios. Durante os anos 60 tivemos uma grande evolução com uma série de novos modelos e idéias que deram um grande impulso ao esporte. A partir de 1972 o esporte passou por um período de hibernação sem grandes novidades, mas no início dos anos 80 estavam sendo trabalhados por Vladimir Kovalik, Rafael Gallo, a companhia Metzler da Alemanha e outros, modelos primitivos de fundo auto esvaziantes (self bailer). Trabalhando no conceito de colchão flutuante Jim Cassady, Randy Shelman e Glenn Lewman, criaram o bote fundo inflável, “costurados” nos tubos principais, que flutua aproximadamente 15cm da água permitindo que a mesma saia pelos furos da costura. A primeira geração de botes AE (auto esvaziantes) foram chamadas de SOTAR (STATE OF THE ART RAFT). Hoje existem muitas empresas que oferecem estes equipamentos. |
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